terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Energias negativas do cemitério podem ser renovadas

Classificação Principal: Pensenologia
Classificação Específica: Reciclagem
Classificações Secundárias: Superstição; Paraadministração

Almeida, Walter P.P.; Energias negativas do cemitério podem ser renovadas;
http://www.portaljj.com.br/interna.asp?int_id=62841;

Energias negativas do cemitério podem ser renovadas


Na literatura médica do século 17 é comum encontrarmos a palavra miasma - que seria emanação de energia pútrida e negativa dos pântanos. As superstições populares também acreditavam, séculos atrás, que dos cemitérios emanariam miasmas e doenças. Por uma questão sanitária, as vítimas de epidemias eram enterradas fora da cidade ou cremadas. O pesquisador de conscienciologia e médico homeopata, Valter de Almeida, garante que os cemitérios precisam passar por uma "reciclagem" de energia para que passem a ter boas vibrações.

Segundo Valter, é possível que os espíritos fiquem no local em que foram sepultados - criando um bolsão energético negativo. Estas consciências estariam presas ao tempo em que viveram, sem progresso espiritual. Não seriam só os cemitérios que sorveriam as energias das pessoas encarnadas. Os matadouros, presídios e locais de muito sofrimento também emanariam energias negativas e "sugariam" as energias das pessoas. Na literatura, o exemplo mais próximo está em Harry Potter, com a figura dos dementadores, que sugavam a felicidade das pessoas.

No caso de Jundiaí, especificamente, as energias são renovadas com o passar dos séculos. "Um cemitério antigo dificilmente vai trazer dano energético porque a tendência é que a energia já tenha sido reciclada." O médico cita o caso do Anhangabaú. Apesar de existir um cemitério no local, ele explica que a instalação de entidades filantrópicas, católicas e espíritas trouxeram o reequilíbrio ao local. "Pouco a pouco, o bairro atraiu para si entidades que neutralizaram aquelas energias antigas", afirma.

Se a crendice popular aposta que um lugar não vai para frente por pura superstição, Valter enfatiza a idéia. "As energias negativas impedem o crescimento do local." Ele cita o exemplo de submoradias que são substituídas por conjuntos habitacionais. "Depois de um ano, os conjuntos já estão parecidos com a favela. Todo pichado, sem praça, com imóveis danificados. A estrutura física mudou, mas a energia não." Da mesma forma, em equipamentos de lazer e praças que não servem para seus fins, pois estão sempre quebrados, cercados de ervas daninhas.

O estudioso salienta que no futuro vai ser necessária a criação de uma espécie de "paraadministração". Ele explica: "Seria um grupo de estudiosos energéticos que dariam instruções ao Executivo, orientando onde instalar os instrumentos públicos. Além disso, poderiam atuar para diminuir o impacto das energias negativas, garantindo o crescimento de bairros e em locais determinados da urbe."

Para realizar esta "limpeza", grupos espiritualistas e estudiosos do assunto poderiam atuar administrativamente. "Mesmo antes de construir uma residência ou um prédio, seria interessante avaliar qual a energia que o local possui. Não seria necessário abandonar a construção, mas realizar um realinhamento energético no local."

-------------------------------------------------------------------------------------------------

Veja também:

http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=62840